segunda-feira, 24 de julho de 2017

OS LOUCOS - 33

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Ficha Técnica:

Personagem Principal:
Os Loucos
Texto e Arte:
André Maurício Marcon (Dom André).
Layout:
Tira em quadrinhos.
Aparições:
- Maria Tetuda e Keli.
Produção:
- Fevereiro de 1994 (original);
- 11/08/1995 (redesenhada para arquivo);
- 05/09/1998 (jornal).
Publicação Original:
Imprensa Regional, Ano II, N.º 57, 11/09/1998.
Código:
#584

Comentários do Autor:

1 – Momento maternidade: Na versão original desta tira, Maria Tetuda transmite o que sabe sobre o que é ter um filho à sua amiga grávida e o teor das lições não parece muito promissor. Na adaptação para o jornal, a protagonista conforta a gestante preocupada de uma maneira nem um pouco eficiente. Às vezes sinceridade demais atrapalha!

2 – Eu modifiquei a fala de Maria Tetuda nesta tirinha por achar o texto original mal elaborado. Olhando em retrospecto, salvo um ou outro detalhe, até que o mesmo poderia ser aproveitado, mas no final das contas optei por um texto mais simples e pessoalmente considero a versão publicada no jornal mais engraçada e condizente com o espírito de porco que caracteriza a série “Os Loucos”.

3 – Originalmente a grávida é mais uma personagem sem nome entre tantas que passaram por esta e por outras séries de tirinhas de minha autoria. Na adaptação para o jornal, milagrosamente eu dei um nome a ela e sabendo se tratar basicamente da mesma personagem, este fica sendo seu nome em ambas as versões da tira.

4 – Algo que salta aos olhos na versão original é o cenário repleto de edifícios totalmente inútil para a ambientação do enredo em questão. Esta é uma mania que eu tenho: a de sentir comichão para preencher espaços vazios nos meus quadrinhos e cartuns com toda sorte de tralhas irrelevantes. Antigamente isso era mais frequente, mas aos poucos fui desencanando embora eu tenha uma ou outra recaída ocasionalmente.

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sexta-feira, 21 de julho de 2017

OS LOUCOS - 32

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Personagem Principal:
Os Loucos
Texto e Arte:
André Maurício Marcon (Dom André).
Layout:
Tira em quadrinhos.
Aparições:
- John Tranqueira e um amigo.
Produção:
- Fevereiro de 1994 (original);
- 11/08/1995 (redesenhada para arquivo);
- 29/08/1998 (jornal).
Publicação Original:
Imprensa Regional, Ano II, N.º 56, 04/09/1998.
Código:
#583

Comentários do Autor:

1 – Originalmente John Tranqueira e o tal amiguinho sem nome continuam conversando sobre o comportamento das mães, só que agora em relação à saúde dos filhos. Na adaptação para o jornal, o papo gira em torno das delícias do doce fazer nada em um sábado ensolarado. Eu modifiquei o tema da conversa por achar o primeiro caso muito sem graça além do enredo ser praticamente o mesmo da tirinha anterior só mudando o escopo. A segunda versão pelo menos tem algum humor, detalhe inexistente na primeira versão.

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segunda-feira, 17 de julho de 2017

OS LOUCOS - 31

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Ficha Técnica:

Personagem Principal:
Os Loucos
Texto e Arte:
André Maurício Marcon (Dom André).
Layout:
Tira em quadrinhos.
Aparições:
- John Tranqueira e um amigo.
Produção:
- Fevereiro de 1994 (original);
- 11/08/1995 (redesenhada para arquivo);
- 23/08/1998 (jornal).
Publicação Original:
Imprensa Regional, Ano II, N.º 55, 28/08/1998.
Código:
#582

Comentários do Autor:

1 – John Tranqueira e um amiguinho sem nome conversam sobre o motivo das mães ralharem com os filhos quando estes sujam a roupa e a conclusão a que chegam é um tanto óbvia. Esta é uma daquelas tirinhas sem assunto nem piada cujo único objetivo é encher linguiça.

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sexta-feira, 14 de julho de 2017

OS LOUCOS - 30

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Ficha Técnica:

Personagem Principal:
Os Loucos
Texto e Arte:
André Maurício Marcon (Dom André).
Layout:
Tira em quadrinhos.
Aparições:
- John Tranqueira, uma professora e alguns alunos.
Produção:
- Fevereiro de 1994 (original);
- 11/08/1995 (redesenhada para arquivo);
- 15/08/1998 (jornal).
Publicação Original:
Imprensa Regional, Ano II, N.º 54, 21/08/1998.
Código:
#581

Comentários do Autor:

1 – Aqui nós retornamos à série “Os Loucos” após pegarmos emprestadas algumas tiras da série “Babacas”. A professora faz uma simples pergunta a John Tranqueira e a resposta não é bem o que ela esperava. Piadas de professor e aluno são para lá de manjadas, mas nem por isso as deixei de lado quando tive a oportunidade para usá-las.

2 – Na versão original desta tira eu cometo uma gafe gramatical: ao invés de “exceção” eu tasquei logo de cara um “excessão” talvez por confundir com “excesso”. Acrescentando o fato de o erro estar na fala de uma professora, o equívoco torna-se mais vexatório ainda. Pelo menos eu tive a decência de corrigi-lo na adaptação para o jornal e agora na versão restaurada da tirinha em questão.

3 – Na hora de colorir esta tira senti uma ponta de nostalgia dos meus tempos de escola e por isso pintei só a metade de baixo das paredes da sala de aula, pois as paredes das escolas onde cursei o primeiro e o segundo graus (atuais ensinos fundamental e médio) eram assim. A porta de madeira pintada de verde também remete àqueles tempos.

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quarta-feira, 12 de julho de 2017

“CITAÇÕES” TEMPORARIAMENTE SUSPENSAS

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E aí, turminha? Tudo legal? Tudo bacana? Eu espero que sim!

Faz tempo que eu não levo um papo com vocês, meus queridos (dois) leitores, hein? Pois é.

As coisas tem andado devagar quase parando aqui no blog. É que ultimamente a barra pesou aqui no barraco do Dom André então não tenho tido tempo nem disposição para dar uma sacudida nas coisas aqui no nosso cantinho eletrônico.

Eu sei que de uns tempos para cá a parada ficou monótona para não dizer repetitiva com o número reduzido de postagens e também de seções (apenas três, sendo duas com material próprio que por sinal não é lá grande coisa) e agora o leque de atrações ficará mais reduzido ainda com a queda da seção até então mais longeva e tradicional deste blog e talvez o único motivo desta página capenga ainda conseguir gerar os poucos acessos que possui. Sim, eu me refiro à seção “Citações”.

Após vários anos figurando como uma das áreas nobres deste blog repleto de baixarias e de material de qualidade duvidosa, a seção de frases chegou num ponto que eu temia que um dia chegasse e por mais que eu tentasse me preparar para ele, eis que ele finalmente chegou e agora estou aqui sem saber o que fazer: o estoque de frases se esgotou.

Já há algum tempo tenho convivido com a dúvida se determinada frase já entrou em alguma edição anterior da seção e como não possuo um banco de dados organizado para pesquisar o que já foi publicado, inevitavelmente uma ou outra frase acabou sendo reutilizada talvez até mais de duas vezes pelo menos. Isso é algo que pode acontecer uma vez que as citações foram extraídas de diversas fontes e não raro uma fonte mais recente pode repetir uma ou mais frases que já constavam na fonte anterior.

Aproveitando essa questão da ausência de material novo, eu decidi por bem encerrar pelo menos temporariamente a seção de frases do blog a fim de organizar o material já postado num banco de dados para uso interno e tentar botar ordem na casa. Sabendo que isso pode levar algum tempo para ser feito e esse tem sido um artigo de luxo para mim ultimamente, não me imporei nenhum prazo para isso ser feito, então a seção ficará suspensa até segunda ordem. Se após esse processo de organização eu encontrar uma ou mais fontes para retomar a seção, ótimo. Se não for o caso, esta será apenas mais uma entre tantas seções que figuraram neste blog imprevisível por natureza.

Então é isso, moçada: a edição 445 de “Citações” terminou por ser a última até o momento e fica no ar a possibilidade delas retornarem um dia para ocupar novamente seu lugar de destaque neste blog tão carente de conteúdo de qualidade. Foi bom enquanto durou, mas por ora a seção acabou. Tudo o que sobrou foram as minhas charges ridículas e as horrendas tirinhas que por sinal também estão chegando quase ao fim. Mas isso é assunto para outra hora. Apenas adianto que quando estas últimas acabarem, aí é que o blog entrará numa tremenda sinuca de bico MESMO!

É isso. Eu me senti no dever de justificar a ausência de “Citações” ontem, 11/07, e aí está a explicação. Agora sigamos com o pouco que restou e vamos ver no que isto vai dar.

Valeu, moçada! Até mais!

P.S.: Um assunto fora de tópico: parece que o chefe da quadrilha de mafiosos travestida de partido político se trumbicou na Justiça por mérito do incansável juiz Sérgio Moro. Se a Lei irá se cumprir com o tanto de ratazanas infiltradas em todas as esferas políticas e jurídicas desta caricatura de país trabalhando continuamente pela manutenção da impunidade reinante, só o tempo dirá. Mas que esta será uma data para se lembrar por muitos anos, sem dúvida será. Nossos cumprimentos ao valoroso juiz paranaense que em nenhum momento sucumbiu diante da impiedosa máquina trituradora de reputações comuno-petralha e também a toda força-tarefa da Lava-Jato que provou ainda existir um resquício de dignidade neste sistema apodrecido pelos desmandos e falcatruas patrocinados pela escória dominante.

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segunda-feira, 10 de julho de 2017

OS LOUCOS - 29

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Ficha Técnica:

Personagem Principal:
Os Loucos
Texto e Arte:
André Maurício Marcon (Dom André).
Layout:
Tira em quadrinhos.
Aparições:
- Pedro e um amigo (original);
- John Tranqueira e um amigo (jornal).
Produção:
- Janeiro de 1994 (original);
- 29/07/1995 (redesenhada para arquivo);
- 09/08/1998 (jornal).
Publicação Original:
Imprensa Regional, Ano II, N.º 53, 14/08/1998.
Código:
#573

Comentários do Autor:

1 – Outra tirinha adaptada da série “Babacas”. Um menino pergunta ao outro o que este último ganhou de natal e a resposta não é o que parece. A piada não é lá das mais inspiradas, mas dá para o gasto.

2 – Devido a uma incompatibilidade de datas, eu mudei a festividade citada nas tiras: originalmente o menino pergunta o que o amigo ganhou de presente de Natal, mas na adaptação para o jornal, feita em Agosto, esta pergunta não faria sentido, então eu mudei para aniversário.

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sexta-feira, 7 de julho de 2017

OS LOUCOS - 28

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Ficha Técnica:

Personagem Principal:
Os Loucos
Texto e Arte:
André Maurício Marcon (Dom André).
Layout:
Tira em quadrinhos.
Aparições:
- Um aluno, seu professor e alguns colegas de classe (original);
- John Tranqueira, sua professora e alguns colegas de classe (jornal).
Produção:
- Janeiro de 1994 (original);
- 28/07/1995 (redesenhada para arquivo);
- 02/08/1998 (jornal).
Publicação Original:
Imprensa Regional, Ano II, N.º 52, 07/08/1998.
Código:
#572

Comentários do Autor:

1 – Outra tirinha adaptada da série “Babacas”. Um aluno cola na prova de matemática de maneira nem um pouco sutil e inevitavelmente é pego pelo professor. Porém ao invés de constrangido, o aluno se indigna e exige que o professor lhe devolva seu “menu”, seja lá o que isso signifique. Já na adaptação para o jornal, John Tranqueira faz o papel de mau aluno colando ostensivamente na prova e sendo pego no flagra pela sua professora. A reação do moleque é a mesma, mas aqui o argumento difere do original.

2 – Após uma breve sequência de boas tirinhas – em minha opinião, é claro – eis que surge esta tira muito mal elaborada, especialmente em seu final, onde a piada inexiste. Nem eu que sou o autor sei o que o moleque da versão original quis dizer com aquilo. Sério mesmo. Sendo assim, pelo menos tive a decência de salvar este enredo quando o adaptei para o jornal modificando o final da tirinha acrescentando algo que se pode chamar de piada. O resultado ficou minimamente decente, eu diria.

3 – Algo que me assustou em ambas as versões desta tira foi o desenho porco de ambas, especialmente no primeiro quadrinho: o desenho em ambos os casos está repleto de lacunas no traço que me obrigou a desenhar quase tudo no computador, preenchendo esses vazios com as cores. Se colorir desenho já é chato (sempre odiei essa parte do trabalho, seja com o auxílio do computador ou não), desenhar com o mouse os detalhes faltantes para poder preenchê-los com as cores depois é pior ainda. Ainda mais se for um desenho mal feito como o destas tiras, onde o senso de proporção mandou lembranças. Sem dúvida estas são as tirinhas mais problemáticas para se restaurar até o momento.

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terça-feira, 4 de julho de 2017

CITAÇÕES - 445

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Tales de Mileto

“A felicidade do corpo consiste na saúde, e a do espírito na sabedoria.”
Tales de Mileto
(c. 624/623-c. 558/556 a.C.)
Filósofo, matemático, engenheiro, homem de negócios e astrônomo grego.

* * *

“Todo ciumento é um amador. Ou seja, aquele que ama a dor.”
Januária Alves
(?)
Jornalista e escritora brasileira.

* * *

“Pecador que gasta e dá é melhor do que devoto que pede e guarda.”
Provérbio árabe.

* * *

“O sentimento e o pensamento são, no fundo, um cego guiando um coxo.”
Franz Grillparzer
(1791-1872)
Dramaturgo austríaco.

* * *

“Inacreditável a facilidade dos homens em acreditarem em coisas inacreditáveis!”
Leo Rosten
(1908-1997)
Escritor e cientista social americano nascido na Polônia.

* * *

“Otimismo: a nobre tentação de ver demais em tudo.”
Gilbert Keith Chesterton
(1874-1936)
Escritor, poeta, narrador, ensaísta, jornalista, historiador, biógrafo, teólogo, filósofo, desenhista e con-ferencista inglês.

* * *

“Enquanto se ama, perdoa-se.”
François de La Rochefoucauld
(1613-1680)
Moralista francês.

* * *

“Não fales da tua felicidade a quem, mais do que tu, for desgraçado.”
Pitágoras
(c. 570-c. 495 a.C.)
Filósofo e matemático grego.

* * *

“O verdadeiro amor não está no beijo, mas na boca da mulher amada.”
Théophile Gautier
(1811-1872)
Escritor, poeta, jornalista e crítico literário francês.

* * *

“Só por meio do amor que o homem pode libertar-se de si mesmo.”
Friedrich Hebbel
(1813-1863)
Poeta alemão.

* * *

“Amar é colocar nossa felicidade na felicidade do outro.”
Gottfried Wilhelm Leibniz
(1646-1716)
Filósofo alemão.

* * *

“Um homem não está onde mora, mas sim onde ama.”
Ditado latino.

* * *

“Quem quer estudar o amor nunca deixará de ser estudante.”
O. K. Bernhardt
(?)
?

* * *

“Não existe amor que não se torne um ombro amigo.”
Paul Tillich
(1886-1965)
Teólogo e filósofo da religião alemão.

* * *

“O carinho dos olhos é o mais delicioso.”
Auguste Angellier
(1848-1911)
Poeta e crítico literário francês.

* * *

“O amor é uma luz que não deixa escurecer a vida.”
Camilo Castelo Branco
(1825-1890)
Romancista, cronista, crítico, dramaturgo, historiador, poeta e tradutor português.

* * *

“Quem sabe amar não sabe morrer absolutamente.”
Hypolite de Livry
(1771-1822)
Escritor e crítico francês.

* * *

“O amor é sempre uma inspiração entre duas pessoas.”
Carlos Heitor Cony
(1926-)
Jornalista e escritor brasileiro.

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segunda-feira, 3 de julho de 2017

OS LOUCOS - 27

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Ficha Técnica:

Personagem Principal:
Os Loucos
Texto e Arte:
André Maurício Marcon (Dom André).
Layout:
Tira em quadrinhos.
Aparições:
- Um instrutor de autoescola e sua aluna (original);
- Um instrutor de autoescola e Maria Tetuda (jornal).
Produção:
- Janeiro de 1994 (original);
- 28/07/1995 (redesenhada para arquivo);
- 28/07/1998 (jornal).
Publicação Original:
Imprensa Regional, Ano II, N.º 51, 31/07/1998.
Código:
#571

Comentários do Autor:

1 – Outra tirinha adaptada da série “Babacas”. Aqui Maria Tetuda prepara-se para sua primeira aula prática de direção, mas dá mancada logo de cara ao não entender bem a ordem do seu instrutor. Salvo engano ouvi essa piada de algum parente, eu não lembro bem. Só sei que não se trata de algo de minha própria lavra, então não posso me orgulhar de ter criado mais uma boa tirinha.

2 – Algo que chamou a minha atenção ao preparar esta postagem é a data de produção desta tira: ambas as versões foram desenhadas no dia 28 de julho num intervalo de exatos três anos. Nem quando eu as restaurei no computador percebi essa coincidência. É o tipo de bobagem que não acrescenta nada, mas não deixa de ser interessante pela casualidade com que ocorreu o fato (na época nem me liguei nesse detalhe) por isso não pude deixar de registrar aqui esta curiosidade.

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sexta-feira, 30 de junho de 2017

OS LOUCOS - 26

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Ficha Técnica:

Personagem Principal:
Os Loucos
Texto e Arte:
André Maurício Marcon (Dom André).
Layout:
Tira em quadrinhos.
Aparições:
- Uma mãe e seu filho (original);
- Maria Tetuda e John Tranqueira (jornal).
Produção:
- Dezembro de 1993 (original);
- 23/07/1995 (redesenhada para arquivo);
- 12/07/1998 (jornal).
Publicação Original:
Imprensa Regional, Ano II, N.º 50, 24/07/1998.
Código:
#562

Comentários do Autor:

1 – Mais uma tirinha da série “Babacas” adaptada para o universo d’Os Loucos. Nela vemos a mãe usando de psicologia para convencer o filho a fazer o dever de casa quando este prefere brincar a cumprir com suas responsabilidades.

2 – Esta é mais uma tirinha inspirada da qual gosto muito pelo seu enredo bem estruturado (modéstia às favas). Quem dera poder sempre criar tirinhas assim.

3 – Embora produzida para o número 49 do jornal, esta tirinha foi publicada apenas na edição seguinte. O motivo eu desconheço. De qualquer modo àquela altura eu passei a desenhar novas tiras apenas depois da publicação da tira anterior principalmente quando os hiatos tornaram-se cada vez mais constantes – e mais longos – até o cancelamento definitivo.

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terça-feira, 27 de junho de 2017

CITAÇÕES - 444

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Marquês de Maricá

“Quem não tem medo vive sem resguardo e acaba cedo”
Marquês de Maricá
(1773-1848)
Político brasileiro, nascido Mariano José Pereira da Fonseca.

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“Um atento e previdente medo é a mãe da segurança.”
Edmund Burke
(1729-1797)
Filósofo e político inglês.

* * *

“Não vês Deus e, entretanto, o reconheces por meio de suas obras.”
Marco Túlio Cícero
(106-43 a.C.)
Advogado, político, escritor, orador e filósofo romano.

* * *

“Nunca a fortuna põe um homem em tal altura que não precise de um amigo.”
Lúcio Aneu Sêneca
(4 a.C.-65)
Advogado, escritor e intelectual romano.

* * *

“A igualdade é o laço da amizade.”
Provérbio.

* * *

“Um coração é uma riqueza que não se vende, nem se compra, mas que se dá.”
Gustave Flaubert
(1821-1880)
Escritor francês.

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“Neste mundo não há nada mais doce como o amor.”
Henry Wadsworth Longfellow
(1807-1882)
Poeta americano.

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“Não depende de nós o não ter paixões; depende de nós dominá-las.”
Jean-Jacques Rousseau
(1712-1778)
Filósofo suíço.

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“Nós deveríamos casar-nos para agradar a nós mesmos, não aos outros.”
Isaac Bickerstaff
(1667-1745)
Escritor anglo-irlandês, pseudônimo de Jonathan Swift.

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“Em um grande romance, cada pessoa desempenha a parte que realmente gosta.”
Elizabeth Ashley
(1939-)
Atriz americana.

* * *

“O amor consola, como sol após a chuva.”
William Shakespeare
(1564-1616)
Poeta e dramaturgo inglês.

* * *

“Todo amor é eterno. Se não era eterno, não era amor.”
Nelson Rodrigues
(1912-1980)
Teatrólogo, jornalista, romancista, folhetinista e cronista de costumes e de futebol brasileiro.

* * *

“Amar é sentir na felicidade do outro a própria felicidade.”
Gottfried Wilhelm Leibniz
(1646-1716)
Filósofo alemão.

* * *

“O melhor aço deve passar pelo fogo mais forte.”
Richard Nixon
(1913-1994)
Advogado e político americano, 37.º presidente dos Estados Unidos (1969-1974).

* * *

“A imaginação é a mãe das paixões, das artes e do talento.”
Charles-Julien Lioult de Chênedollé
(1769-1833)
Poeta francês.

* * *

“Falar dos próprios males já é uma consolação.”
Alexandre Dumas
(1802-1870)
Romancista francês.

* * *

“Não há mais esplêndido tesouro que o tesouro das nossas ilusões.”
José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque
(1867-1934)
Jornalista, professor, político, poeta e escritor brasileiro.

* * *

“Sonhar é a felicidade. Esperar, é a vida.”
Victor Hugo
(1802-1885)
Escritor francês.

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segunda-feira, 26 de junho de 2017

OS LOUCOS - 25

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Ficha Técnica:

Personagem Principal:
Os Loucos
Texto e Arte:
André Maurício Marcon (Dom André).
Layout:
Tira em quadrinhos.
Aparições:
- Amadeu e sua esposa (original);
- Zé da Cachaça e Maria Tetuda (jornal).
Produção:
- Dezembro de 1993 (original);
- 23/07/1995 (redesenhada para arquivo);
- 05/07/1998 (jornal).
Publicação Original:
Imprensa Regional, Ano I, Nº 48, 10/07/1998.
Código:
#561

Comentários do Autor:

1 – “Babacas” é uma série de tiras cuja principal característica é a ausência de personagens fixos: cada tirinha apresenta protagonistas distintos de acordo com o tipo de enredo em questão. Como havia poucas tiras originais d’Os Loucos, peguei emprestadas algumas tirinhas dessa série substituindo apenas os personagens. A tática funcionou bem já que o tipo de humor combina com o estilo de “Os Loucos”.

2 – Esta é uma das minhas tirinhas favoritas. Modéstia à parte eu acho que mandei bem tanto no desenvolvimento do enredo quanto na piada.

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sexta-feira, 23 de junho de 2017

OS LOUCOS - 24

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Ficha Técnica:

Personagem Principal:
Os Loucos
Texto e Arte:
André Maurício Marcon (Dom André).
Layout:
Tira em quadrinhos.
Aparições:
- Zé da Cachaça, Maria Tetuda e John Tranqueira.
Produção:
- Junho de 1993 (original);
- 26/03/1995 (redesenhada para arquivo);
- 28/06/1998 (jornal).
Publicação Original:
Imprensa Regional, Ano I, Nº 47, 03/07/1998.
Código:
#333

Comentários do Autor:

1 – Tirinha 12 de 12. Esta segunda minissérie d’Os Loucos termina com os protagonistas pegando a estrada de volta ao seu lar doce lar. Maria Tetuda pergunta ao seu filho John Tranqueira se ele gostou da viagem no que o menino responde afirmativamente, mas com uma ressalva que coloca Zé da Cachaça numa baita saia justa. Final (quase) feliz!

2 – O carro estrambólico que aparece na tira original faz jus a uma família que ostenta o sobrenome Louco: um conversível amarelo com dois escapamentos enormes. Pena que esse modelo insólito deu lugar a um carro convencional na adaptação para o jornal. Eu não me lembro de qual o motivo dessa mudança. Arrisco o palpite de que na época eu achei o carango original muito inverossímil daí mudei para algo realista. Uma tolice de minha parte, eu admito.

3 – Outro detalhe que difere entre as duas versões desta tirinha é a fala final do John Tranqueira: originalmente ele expressa o desejo não consumado de “papar a camareira como o papai fez” enquanto que na adaptação para o jornal o texto é amenizado e ele se limita dizer “tomar banho com a empregada do hotel”. Essa mudança textual se explica talvez por eu considerar o primeiro caso um tanto inadequado para uma criança dizer. Quero dizer, para uma criança comum dizer. Como se trata do John, essa malícia é mais que justificada. Mas pro via das dúvidas, o bom senso me mandou deixar o texto mais suave na medida do possível.

4 – Algo que me chamou a atenção na hora de restaurar estas tiras é a péssima qualidade dos desenhos tanto da versão original quanto da publicada. Há de convir que esta seja uma minissérie pouco inspirada. Poder-se-ia ter explorado o tema muito além do óbvio, mas não rolou. É o que dá abordar um assunto sem o devido preparo (pesquisa, imagens de referência, etc.). Fazer tudo “chutado” é a receita do fracasso em se tratando de HQs. Há 20 anos quando eu produzi esta série eu não dispunha das facilidades da internet, mas isso não é desculpa.

5 – Algo que me intriga na tira original é essa estrada no meio do mar que se estende até o horizonte e termina em lugar nenhum uma vez que não aparece qualquer sinal de terra firme mais adiante. Eu até pensei se tratar da ponte Rio-Niterói, ou melhor, um pastiche dessa ponte como tudo o que aparece nessa minissérie, mas não tenho certeza de nada. E mesmo se for, para voltar a São Paulo é necessário cruzar essa ponte?! Não faço a menor ideia.

6 – Então é isso. Mais uma minissérie encerrada e a partir da próxima tira Os Loucos passam a protagonizar piadas avulsas abordando os mais variados temas com o seu jeito peculiar de ser.

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